sexta-feira, 13 de março de 2009

QUEBRA PAU, NO ANTIGO BAR DO MARLEY EM BORRAZOPOLIS, MOSTRA A INSEGURANÇA QUE VIVE A CIDADE

Quebra-quebra terminou com uma a prisão de Fabiano Mendes da Silva, de 35 anos, na Praça da República no Bar “Zico e Nenzão” em Borrazópolis. Segundo um dos proprietários, de nome Zico, um indivíduo chegou no local com sintomas de embriagues e teria ficado alterado quando a esposa de um dos proprietários do estabelecimento se recusou a vender bebida alcoólica para o indivíduo. Silva, saiu e voltou instantes depois com um barra de ferro de aproximadamente dois metros, com a qual quebrou 04 cadeiras e 02 mesas de plástico. “Essa não é a primeira vez que o fato acontece, já tivemos muitos prejuízos com arrombamentos, e com a ação de vândalos que vieram aqui quebraram tudo e nem mesmo indo a Justiça, conseguimos receber”, desabafou um dos sócios do bar, conhecido como “Nenzão”.
Já o irmão dele, Zico, disse que decidiu resolver o problema sozinho, partindo pra cima do indivíduo e dominando o agressor até a chegada da Polícia. “Não tem policiais para nos atender quando precisamos, e depois do fato ocorrido a gente leva na Justiça, fica esperando meses e dificilmente consegue resolver, ou seja, até hoje só levamos prejuízos, por isso, a partir de agora eu mesmo faço a Justiça” desabafou o comerciante.
Nossa reportagem também compareceu a delegacia de Polícia, mas apenas dois policiais ficam no plantão para cuidar de uma cidade inteira, e quando saem para um ocorrência, somente através do 190 que aciona a segunda Cia em Ivaiporã, é possível solicitar a equipe policial, ou seja, falta policiais, viatura e estrutura. Segundo o Sargento Valter Rodrigues Sartor, as vezes a população cobra muito, o que é seu direito, mas não sabe em que condições a Polícia Militar vem trabalhando, sendo que na maioria das vezes fica um policial sozinho que praticamente impossibilita atender certas ocorrências porque seria colocar em risco a vida do Policial. “Aqui o
Sargento é Delgado, é Escrivão, é tudo, e quem sofre com isso é a população, e a Prefeitura que podia colaborar cedendo pelo menos uma funcionária para ajudar na limpeza, nos prejudica ao negar qualquer tipo de colaboração e às vezes obriga o policial que deveria estar na rua, a fazer serviços domésticos” desabafou um Soldado que não quis se identificar. (REPORTER BERIMBAU)

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