O CONDUTOR DO VEICULO ENVOLVIDO NO ACIDENTE RESIDE EM FAXINAL
A Polícia Civil de São João do Ivaí informou que solicitou à Polícia Cientifica, perícia na
caminhonete GM Blazer, EUA 3303/São Pedro do Ivaí, que teria atropelado Ademir Ferreira, principal suspeito da morte da professora aposentada Maria Lúcia Tibinka, cujo corpo foi encontrado dentro de uma fossa, em Ivaiporã. O acidente aconteceu, na madrugada do sábado, dia 22 de janeiro, na PR-082, próximo ao entreposto da Big Frango. Segundo informações, ele empurrava uma motocicleta, quando foi atropelado pela caminhonete. O motorista fugiu e não prestou atendimento. O corpo foi encontrado, pouco tempo depois, sem vida. A Polícia Militar conseguiu localizar a GM Blazer, poucas horas depois nas proximidades do distrito de Ubaúna, mas o proprietário não estava no local. Segundo informações, no sistema de registro de veículo, ela consta como preta, mas, na verdade, é prata. A polícia entrou em contato com o antigo proprietário da caminhonete, que informou que a mesma havia se envolvido noutra batida e a carroceria havia sido trocada, mas não pela cor original. A perícia vai avaliar se houve outras alterações na caminhonete. O atual proprietário foi novamente ouvido pela Polícia Civil e, em depoimento, confirmou a versão inicial que tinha sido assaltado, foi colocado no banco traseiro e, no momento do acidente, eram os bandidos que dirigiam a caminhonete.
caminhonete GM Blazer, EUA 3303/São Pedro do Ivaí, que teria atropelado Ademir Ferreira, principal suspeito da morte da professora aposentada Maria Lúcia Tibinka, cujo corpo foi encontrado dentro de uma fossa, em Ivaiporã. O acidente aconteceu, na madrugada do sábado, dia 22 de janeiro, na PR-082, próximo ao entreposto da Big Frango. Segundo informações, ele empurrava uma motocicleta, quando foi atropelado pela caminhonete. O motorista fugiu e não prestou atendimento. O corpo foi encontrado, pouco tempo depois, sem vida. A Polícia Militar conseguiu localizar a GM Blazer, poucas horas depois nas proximidades do distrito de Ubaúna, mas o proprietário não estava no local. Segundo informações, no sistema de registro de veículo, ela consta como preta, mas, na verdade, é prata. A polícia entrou em contato com o antigo proprietário da caminhonete, que informou que a mesma havia se envolvido noutra batida e a carroceria havia sido trocada, mas não pela cor original. A perícia vai avaliar se houve outras alterações na caminhonete. O atual proprietário foi novamente ouvido pela Polícia Civil e, em depoimento, confirmou a versão inicial que tinha sido assaltado, foi colocado no banco traseiro e, no momento do acidente, eram os bandidos que dirigiam a caminhonete.





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