Militares do 30º Batalhão de Infantaria Motorizado (BIMtz), de Apucarana, serão enviados neste ano para atuar em uma missão pacificadora no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro. Cerca de 170
homens da organização devem integrar o grupo do Exército Brasileiro no complexo de favelas a partir de maio. O local está ocupado por militares desde novembro do ano passado, quando houve uma operação policial contra o tráfico de drogas nas comunidades cariocas. O comandante do 30º BIMtz, tenente coronel Wellington Lousada, explica que, embora ainda não exista definição sobre quais soldados serão designados para a missão, os treinamentos para a tarefa estão previstos para começar no mês que vem, com conclusão em abril, em Ponta Grossa. “Recebemos nessa semana o comunicado e agora vamos trabalhar em cima disso. A missão terá três meses”, diz. Segundo ele, ao que tudo indica, o trabalho dos militares no Rio de Janeiro deve ser semelhante ao desenvolvido pelos 34 soldados de Apucarana que estão no Haiti, compondo o Batalhão Brasileiro (Brabatt) das Forças de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU). Apesar disso, Lousada salienta que os apucaranenses enviados a Porto Príncipe não farão parte do contingente que embarcará para o Morro do Alemão. “Eles estão com desgaste psicológico, longe da família há seis meses, longe de seus filhos. Vamos dar oportunidade a outros militares. Temos 600 homens no 30º BIMtz e todos são profissionais”, afirma. Outro motivo que impediria escalar soldados que foram para Porto Príncipe, conforme ele, seria a retomada do trabalho dos militares que começarão a retornar da capital haitiana, prevista para o dia 17 de março. “Eles virão em várias levas a partir do dia 27 de janeiro, conforme a disponibilidade das aeronaves. Mas, seguirão direto para Curitiba, onde passarão por uma ‘desmobilização’, com exames, em função da epidemia de cólera naquele país”, comenta.
homens da organização devem integrar o grupo do Exército Brasileiro no complexo de favelas a partir de maio. O local está ocupado por militares desde novembro do ano passado, quando houve uma operação policial contra o tráfico de drogas nas comunidades cariocas. O comandante do 30º BIMtz, tenente coronel Wellington Lousada, explica que, embora ainda não exista definição sobre quais soldados serão designados para a missão, os treinamentos para a tarefa estão previstos para começar no mês que vem, com conclusão em abril, em Ponta Grossa. “Recebemos nessa semana o comunicado e agora vamos trabalhar em cima disso. A missão terá três meses”, diz. Segundo ele, ao que tudo indica, o trabalho dos militares no Rio de Janeiro deve ser semelhante ao desenvolvido pelos 34 soldados de Apucarana que estão no Haiti, compondo o Batalhão Brasileiro (Brabatt) das Forças de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU). Apesar disso, Lousada salienta que os apucaranenses enviados a Porto Príncipe não farão parte do contingente que embarcará para o Morro do Alemão. “Eles estão com desgaste psicológico, longe da família há seis meses, longe de seus filhos. Vamos dar oportunidade a outros militares. Temos 600 homens no 30º BIMtz e todos são profissionais”, afirma. Outro motivo que impediria escalar soldados que foram para Porto Príncipe, conforme ele, seria a retomada do trabalho dos militares que começarão a retornar da capital haitiana, prevista para o dia 17 de março. “Eles virão em várias levas a partir do dia 27 de janeiro, conforme a disponibilidade das aeronaves. Mas, seguirão direto para Curitiba, onde passarão por uma ‘desmobilização’, com exames, em função da epidemia de cólera naquele país”, comenta.





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