A estimativa da Associação Industrial e Comercial de fogos de artifícios do Paraná é cerca de 28 por cento maior que no ano passado. De acordo com o presidente da entidade, Rodolfo Aymoré Júnior, o mês de dezembro corresponde é o grande momento do setor. Neste semana que antecede o ano novo, as lojas registram 92% da arrecadação bruta de todo o ano. Aymoré alerta o consumidor para tomar certos cuidados na hora de comprar os fogos. É perigoso comprar em locais que não estejam autorizados a comercializar este tipo de produto. Os artefatos devem ser fabricados com rigorosas normas de controle e precisam de condições adequadas de armazenamento para funcionar perfeitamente no momento da explosão. Excesso de umidade, por exemplo, pode provocar danos, o que aumenta o risco de acidentes. Para permanecer aberta, uma loja de fogos tem que atender a uma série de normas e ter licenças da prefeitura, do corpo de bombeiros e da Delegacia de Explosivos Armas e Munições. Segundo o presidente, o número de locais que vendem fogos clandestinamente, em Curitiba, diminuiu cerca de 70% em comparação com o ano passado por causa da fiscalização. Ele acredita que isso deve reduzir o número de acidentes no reveillon da cidade. Mas ele alerta para que os usuários observem atentamente as orientações das embalagens de tipo de artefato e evitem o consumo de álcool. Uma das mais tradicionais empresas de fogos de Curitiba calcula um aumento de 5 a 10% nas vendas deste reveillon. Conhecido pelos espetáculos que faz em várias cidades do Brasil, Leandro Lanza Júnior conta que cada show dura em média 25 minutos. Outra recomendação importante na hora de comprar é informar ao vendedor em que ambiente os fogos serão usados. Para cada situação, há um tipo mais adequado de explosivos.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
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